? CCR agora é Motiva: nova marca, nova missão
A mudança de nome marca o reposicionamento estratégico da empresa, que deixou de ter foco apenas em rodovias abrindo para a mobilidade urbana, com VLTs, metrô e também aeroportos. Miguel Setas diz que a Motiva quer ser reconhecida por gerar movimento e motivação, com foco nas pessoas e não só na engenharia. São 70 milhões de clientes e 17 mil colaboradores diretos, além de milhares de parceiros.
? Investimentos recordes, mas ainda insuficientes
O Brasil deve investir R$ 278 bilhões em infraestrutura em 2025, superando os picos de 2014. Setas comemora, mas lembra que ainda é só metade do necessário para o país. A Motiva projeta R$ 190 bilhões em oportunidades próximas de concessões e PPPs em rodovias e mobilidade urbana, com olhar para São Paulo, Brasília e Recife.
? Passageiros voltando aos trilhos
Miguel Setas informou que os modais da Motiva precisam de 5% a 10% de passageiros para recuperar o volume pré-pandemia, enquanto a média nacional, medida pela NTU para os ônibus urbanos, está entre 10% e 15%. Crescimentos acima do PIB em linhas como 4-amarela, 5-Lilás, 8-Diamante e 9-Esmeralda mostram retomada acelerada.
? Cultura e capacitação no transporte
A Motiva firmou parceria com a Fundação Roberto Marinho para oferecer mais de 40 cursos profissionalizantes via celular durante o trajeto. Além disso, leva exposições de arte para as estações, como Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake e Portinari, ressignificando o tempo de viagem com estímulo à educação e cultura.
?? Comunicação mais humana e moderna
Setas defende uma comunicação menos técnica e mais voltada ao ser humano. A percepção do transporte público precisa ser transformada com narrativas que valorizem o passageiro e o impacto social da mobilidade. Uma tarefa tanto do setor público como do privado.