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EM PRIMEIRA MÃO: EMTU nega recurso de Odebrecht e confirma Queiroz Galvão para a 2ª fase do VLT da Baixada

17.01.2020 | | Notícias do Mercado

Trecho compreende 14 estações entre a Avenida Conselheiro Nébias e o Valongo, em Santos

 

Trecho deveria ter sido entregue em 2015

A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos confirmou a construtora Queiroz Galvão para as obras da segunda fase do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos, que compreende 14 estações entre a Avenida Conselheiro Nébias e o Valongo, em Santos.

A previsão inicial era de que o trecho fosse entregue em 2015.

Como já havia mostrado o Diário do Transporte, em dezembro, a construtora ofereceu o menor valor pelas obras R$ 217,7 milhões .

O Consórcio Conselheiro Nébias/Valongo, formado pelas empresas Construtora Norberto Odebrecht S.A., OEC S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A, entrou com recurso contra a classificação que a colocou em terceiro lugar.

1º) Queiroz Galvão: R$ 217,7 milhões – com R$ 217.732.987,47 (duzentos e dezessete milhões setecentos e trinta e dois mil novecentos e oitenta e sete reais e quarenta e sete centavos)

2º) Consórcio TTE (VLT):  R$ 233,8 milhões – formado pelas empresas Trail Infraestrutura Eireli, Terracom Construções Ltda. e Engefel Engenharia Civil e Ferroviária Ltda., com R$ 233.851.672,48 (duzentos e trinta e três milhões oitocentos e cinquenta e um mil seiscentos e setenta e dois reais e quarenta e oito centavos).

3º) Consórcio Conselheiro Nébias/Valongo: R$ 233,9 milhões – formado pelas empresas Construtora Norberto Odebrecht S.A., OEC S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A., com R$ 233.920.607,14 (duzentos e trinta e três milhões novecentos e vinte mil seiscentos e sete reais e quatorze centavos).

A EMTU negou o recurso, conforme publicação oficial desta quarta-feira, 15 de janeiro de 2020.

O contrato envolve a execução das obras civis, contemplando obra bruta, obras de arte, edificações, estações de embarque/desembarque, acabamentos, via permanente, sist. de rede aérea, sinalização viária e urbanização, iluminação, drenagem, detecção e alarme de incêndio, sist. de proteção contra descargas atmosféricas, p/ a implant. do Trecho 2 – Conselheiro Nébias/ Valongo, parte integrante da etapa prioritária da rede de VLT, compreend. entre a ramificação da via permanente junto a R. Campos Melo (inclusive), até a interligação com o trecho Barreiros/Porto junto a Av. Francisco Glicério (inclusive), em Santos e obras complem. de acessibilidade das estações do trecho Barreiros/Porto, em Santos e São Vicente, na Região Metrop. da Bx. Santista – RMBS

Como mostrou o Diário do Transporte, ao todo foram dez participantes da concorrência.

1º) Queiroz Galvão: R$ 217,7 milhões – com R$ 217.732.987,47 (duzentos e dezessete milhões setecentos e trinta e dois mil novecentos e oitenta e sete reais e quarenta e sete centavos)

2º) Consórcio TTE (VLT):  R$ 233,8 milhões – formado pelas empresas Trail Infraestrutura Eireli, Terracom Construções Ltda. e Engefel Engenharia Civil e Ferroviária Ltda., com R$ 233.851.672,48 (duzentos e trinta e três milhões oitocentos e cinquenta e um mil seiscentos e setenta e dois reais e quarenta e oito centavos).

3º) Consórcio Conselheiro Nébias/Valongo: R$ 233,9 milhões – formado pelas empresas Construtora Norberto Odebrecht S.A., OEC S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A., com R$ 233.920.607,14 (duzentos e trinta e três milhões novecentos e vinte mil seiscentos e sete reais e quatorze centavos).

4º) Consórcio Construcap-Consben (VLT Santos): R$ 237,6 milhões – formado pelas empresas Construcap CCPS Engenharia e Comércio S.A. e Consbem Construções e Comércio Ltda., com R$ 237.615.182,56 (duzentos e trinta e sete milhões seiscentos e quinze mil cento e oitenta e dois reais e cinquenta e seis centavos).

5º) Consórcio VLT Santos: R$ 249,8 milhões – formado pelas empresas Engibras Engenharia S.A. e Eneplan Engenharia S.A., com R$ 249.864.551,60 (duzentos e quarenta e nove milhões oitocentos e sessenta e quatro mil quinhentos e cinquenta e um reais e sessenta centavos).

6º) Consórcio VLT Litoral Paulista: R$ 259,8 milhões – formado pelas empresas Heleno & Fonseca Construtécnica S.A., Paulitec Construções Ltda. e Telar Engenharia e Comércio S.A., com R$ 259.825.921,04 (duzentos e cinquenta e nove milhões oitocentos e vinte e cinco mil novecentos e vinte e um reais e quatro centavos).

7º) S.A. de Obras y Serviços, Copasa do Brasil: R$ 264,06 milhões – S.A. com o valor corrigido de R$ 264.060.114,36 (duzentos e sessenta e quatro milhões sessenta mil cento e quatorze reais e trinta e seis centavos).

8º) Consórcio ECB-COMSA: R$ 274,8 milhões – formado pelas empresas Empresa Construtora Brasil S.A. e COMSA S.A., com R$ 274.894.164,60 (duzentos e setenta e quatro milhões oitocentos e noventa e quatro mil cento e sessenta e quatro reais e sessenta centavos).

9º) Consórcio Ferreira Guedes – Teixeira Duarte  – Somafel – R$ 287,6 milhões – formado pelas empresas Construtora Ferreira Guedes S.A., Teixeira Duarte – Engenharia e Construções S.A. e Somafel Engenharia e Obras Ferroviárias S.A. do Brasil, com R$ 287.601.103,63 (duzentos e oitenta e sete milhões seiscentos e um mil cento e três reais e sessenta e três centavos).

10º) Constran S.A. Construções e Comércio – R$ 305,03 milhões, com R$ 305.039.659,37 (trezentos e cinco milhões trinta e nove mil seiscentos e cinquenta e nove reais e trinta e sete centavos).

 

Fonte: Diário do Transporte

Data: 15/01/2020