{"id":94135,"date":"2026-06-08T12:30:32","date_gmt":"2026-06-08T15:30:32","guid":{"rendered":"https:\/\/abifer.org.br\/?p=94135"},"modified":"2026-06-08T12:30:32","modified_gmt":"2026-06-08T15:30:32","slug":"enquanto-o-mundo-abre-canais-secos-e-rotas-entre-dois-oceanos-o-brasil-ainda-discute-as-ferrovias-que-prometeu-ha-decadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/abifer.org.br\/en\/enquanto-o-mundo-abre-canais-secos-e-rotas-entre-dois-oceanos-o-brasil-ainda-discute-as-ferrovias-que-prometeu-ha-decadas\/","title":{"rendered":"Enquanto o mundo abre canais secos e rotas entre dois oceanos, o Brasil ainda discute as ferrovias que prometeu h\u00e1 d\u00e9cadas"},"content":{"rendered":"<pre style=\"font-weight: 400;text-align: right\"><a href=\"https:\/\/clickpetroleoegas.com.br\/enquanto-o-mundo-abre-canais-secos-e-rotas-entre-dois-oceanos-o-brasil-ainda-discute-as-ferrovias-que-prometeu-ha-decadas-davila\/#google_vignette\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><em>Fonte: Click Petr\u00f3leo e G\u00e1s\r\nData: 07\/06\/2026<\/em><\/strong><\/a><\/pre>\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Enquanto o mundo termina\u00a0<strong>corredores que ligam dois oceanos<\/strong>\u00a0e assina trens-bala para cruzar desertos em duas horas, o Brasil, com sua dimens\u00e3o continental e sua montanha de gr\u00e3os para escoar, ainda est\u00e1 na etapa de destravar ferrovias que foram prometidas h\u00e1 quase vinte anos e nunca sa\u00edram do papel por inteiro.<\/h2>\n<p>\u00c9 um contraste que d\u00e1 um aperto. De um lado, projetos gigantes ganhando trilhos pelo planeta a uma velocidade impressionante. Do outro, um pa\u00eds que produz comida para boa parte do mundo e ainda transporta quase tudo em cima de caminh\u00e3o, por estradas esburacadas, gastando mais e poluindo mais do que precisaria. Vale entender por que essa dist\u00e2ncia existe.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que o resto do mundo est\u00e1 construindo<\/h3>\n<p>No sul do\u00a0<strong>M\u00e9xico<\/strong>, um corredor de cerca de\u00a0<strong>300 quil\u00f4metros<\/strong>\u00a0de ferrovia, somado a portos nas duas pontas, est\u00e1 ligando o Pac\u00edfico ao Atl\u00e2ntico por terra, como uma alternativa ao Canal do Panam\u00e1. A ideia \u00e9 mover carga de um oceano a outro em tempo competitivo, e a primeira leva de teste j\u00e1 cruzou a rota. \u00c9 uma obra que muda a geografia do com\u00e9rcio em uma regi\u00e3o inteira.<\/p>\n<p>Do outro lado do planeta,\u00a0<strong>Ar\u00e1bia Saudita<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Catar<\/strong>\u00a0assinaram um acordo para construir uma ferrovia de\u00a0<strong>alta velocidade<\/strong>\u00a0ligando suas capitais, com trens a\u00a0<strong>300 quil\u00f4metros por hora<\/strong>\u00a0cruzando quase 800 quil\u00f4metros de deserto em torno de duas horas. S\u00e3o dois vizinhos que pouco tempo atr\u00e1s viviam uma crise diplom\u00e1tica e agora apostam em integra\u00e7\u00e3o sobre trilhos. O recado, somado, \u00e9 claro: ferrovia voltou a ser s\u00edmbolo de futuro mundo afora.<\/p>\n<p>E nem \u00e9 preciso ir longe nos exemplos. A\u00a0<strong>China<\/strong>, em pouco mais de quinze anos, ergueu a maior rede de trens de alta velocidade do planeta, com\u00a0<strong>dezenas de milhares de quil\u00f4metros<\/strong>\u00a0de trilho ligando quase todas as suas grandes cidades, ao mesmo tempo em que expandia uma malha de carga colossal para escoar produ\u00e7\u00e3o. Enquanto isso virava rotina do outro lado do mundo, por aqui ainda se discutia o primeiro trecho de verdade. A diferen\u00e7a, vale insistir, n\u00e3o est\u00e1 na tecnologia, que est\u00e1 \u00e0 venda para quem quiser, e sim na capacidade de levar uma obra do papel at\u00e9 o fim sem ela morrer no meio do caminho.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O Brasil continental que anda sobre rodas<\/h3>\n<p>Agora olhe para casa. O Brasil tem\u00a0<strong>dimens\u00e3o continental<\/strong>\u00a0e depende de mover safra e min\u00e9rio por dist\u00e2ncias enormes, da fronteira agr\u00edcola no Centro-Oeste at\u00e9 os portos do litoral. Seria o caso de manual para uma malha ferrovi\u00e1ria densa. S\u00f3 que a realidade \u00e9 outra: a maior parte da carga ainda viaja de\u00a0<strong>caminh\u00e3o<\/strong>, num modelo mais caro, mais lento e muito mais sujeito a perdas pelo caminho.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros exp\u00f5em o desequil\u00edbrio. No Brasil, a rodovia responde por algo em torno de\u00a0<strong>60%<\/strong>\u00a0de todo o transporte de carga, enquanto a ferrovia fica perto de\u00a0<strong>20%<\/strong>, uma propor\u00e7\u00e3o quase invertida em rela\u00e7\u00e3o a pa\u00edses de tamanho parecido. Nos\u00a0<strong>Estados Unidos<\/strong>\u00a0e na\u00a0<strong>China<\/strong>, que tamb\u00e9m t\u00eam dist\u00e2ncias continentais, o trem carrega uma fatia muito maior da produ\u00e7\u00e3o, porque sai mais barato por tonelada e por quil\u00f4metro rodado. Cada saca de soja que desce de caminh\u00e3o l\u00e1 do Mato Grosso at\u00e9 o porto carrega junto um custo extra que poderia simplesmente n\u00e3o existir.<\/p>\n<p>Os projetos para mudar isso existem, mas se arrastam. A\u00a0<strong>Transnordestina<\/strong>, come\u00e7ada l\u00e1 em 2006, ainda est\u00e1 sendo conclu\u00edda quase vinte anos depois. A\u00a0<strong>Ferrogr\u00e3o<\/strong>, que ligaria a regi\u00e3o de gr\u00e3os de Mato Grosso a um porto no rio Tapaj\u00f3s, passou cinco anos travada numa disputa judicial antes de finalmente ser destravada. A Ferrovia de Integra\u00e7\u00e3o do Centro-Oeste e a Norte-Sul avan\u00e7am aos peda\u00e7os, trecho por trecho, d\u00e9cada ap\u00f3s d\u00e9cada. Quando uma fica pronta, a not\u00edcia soa quase como um milagre.<\/p>\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Por que a ferrovia emperra por aqui<\/h3>\n<p>As raz\u00f5es se acumulam. A\u00a0<strong>geografia<\/strong>\u00a0brasileira \u00e9 dura, com serras, rios e florestas que encarecem cada quil\u00f4metro de trilho. O\u00a0<strong>financiamento<\/strong>\u00a0de obras t\u00e3o longas, que s\u00f3 d\u00e3o retorno depois de muitos anos, espanta investidor com pressa. E h\u00e1 a\u00a0<strong>judicializa\u00e7\u00e3o<\/strong>: licen\u00e7as ambientais contestadas, disputas sobre tra\u00e7ado e impasses no Supremo que congelam projetos por anos a fio, como aconteceu com a Ferrogr\u00e3o.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o disso tudo aparece na conta final. Quando o frete encarece porque n\u00e3o existe trilho, o produtor rural ganha menos, o consumidor paga mais caro e o pa\u00eds perde competitividade na hora de disputar mercado l\u00e1 fora com quem move a pr\u00f3pria safra de trem. \u00c9 o famoso peso de produzir longe do porto sem uma boa liga\u00e7\u00e3o no meio do caminho, um custo que acompanha a economia brasileira h\u00e1 d\u00e9cadas e que cada ferrovia parada ajuda a manter de p\u00e9. Some isso ano ap\u00f3s ano e o preju\u00edzo silencioso vira uma montanha.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 que falte plano ou que falte dinheiro no mundo querendo entrar. Falta, muitas vezes, a previsibilidade que faz uma obra de vinte anos andar sem parar a cada troca de governo ou a cada nova a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a. Confesso que \u00e9 frustrante ver o pa\u00eds com tudo para liderar em log\u00edstica ferrovi\u00e1ria e patinar justamente na parte de tirar do papel.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que algo finalmente parece se mexer. Com a Ferrogr\u00e3o liberada e outras obras avan\u00e7ando, h\u00e1 uma janela para o Brasil encurtar essa dist\u00e2ncia para o resto do mundo. Mas a r\u00e9gua de compara\u00e7\u00e3o est\u00e1 subindo r\u00e1pido: enquanto a gente comemora destravar um projeto antigo, l\u00e1 fora j\u00e1 se liga oceano a oceano. Fico imaginando o tamanho do pa\u00eds que ter\u00edamos com a malha que os outros est\u00e3o erguendo agora.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: Click Petr\u00f3leo e G\u00e1s Data: 07\/06\/2026 Enquanto o mundo termina\u00a0corredores que ligam dois oceanos\u00a0e assina trens-bala para cruzar desertos em duas horas, o Brasil, com sua dimens\u00e3o continental e sua montanha de gr\u00e3os para escoar, ainda est\u00e1 na etapa de destravar ferrovias que foram prometidas h\u00e1 quase vinte anos e nunca sa\u00edram do papel [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":18091994,"featured_media":92535,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[875],"tags":[],"class_list":["post-94135","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-do-mercado"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO 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