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Rio de Janeiro nos Trilhos discute Presente e Futuro da Linha 3 do Metrô

30.11.2006 | | ABIFER News

Durante o Seminário Rio de Janeiro nos Trilhos – Linha 3 do Metrô, realizado no auditório da Administração Central da CBTU, a Mesa Redonda “Presente e Futuro da Linha 3 do Metrô” abriu a discussão, sob a Coordenação de Márcio Queiroz, representante do Clube de Engenharia, com as participações do secretário de Transportes do Rio de Janeiro, Albuíno Cunha de Azeredo, do diretor de Planejamento, Expansão e Marketing da CBTU, Raul De Bonis, dos presidentes da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (ABIFER), Luis Cesário da Silveira, e da Central Logística, Luiz Carlos Lino, e do gerente Nacional de Financiamentos de Saneamento e Infraestrutura da Caixa Econômica Federal (CEF), Adailton Ferreira Trindade.O diretor Raul De Bonis destacou que o projeto da Linha 3 do Metrô é estratégico, tanto para objetivar esta ação, quanto para integrar as políticas. “A mobilidade urbana tem um movimento estratégico para desenvolvimento do transporte, e a Linha 3 é capaz de ser um grande articulador desse processo, trazendo maiores conseqüências como: melhor qualidade de vida, envolvimento social e ambiental. Nossa expectativa é de construir no Rio, uma modelagem que nos permita consolidar esse projeto. Aqui iniciamos uma nova etapa e, mesmo tendo reconhecimento, ainda é um desafio. Mas com as parcerias podemos passar do patamar do desejo e sair, depois de hoje, com condições de representatividade para que seja possível uma convergência de analises para um final feliz”, enfatiza De Bonis. Exaltando a CBTU por trazer a tona à discussão, com todos os segmentos presentes no Seminário, sobre o transporte metroferroviário, Luis Cesário diz que as indústrias vêem a Linha 3 do Metrô, com muita satisfação, devido à possibilidade de atender uma grande demanda de encomendas. Para Luiz Carlos Lino, a Central Logística e o governo do Estado do Rio de Janeiro, estão trabalhando para fazer o projeto acontecer e venha a se tornar realidade. Adailton Ferreira, em seguida, disse que a Caixa Econômica Federal, até há pouco tempo, não tinha uma linha de crédito para os modos de transportes, porém, nos últimos quatro anos, a CEF vem disponibilizando recursos para o setor e que, atualmente, vem mostrando grande interesse na Linha 3. Novos projetosPara Márcio Queiroz, coordenador da Mesa Redonda, o Rio de Janeiro, atualmente, chega a transportar um milhão de passageiros por dia, dentro dos transportes urbanos metroferroviários, contudo, é importante implementar novos projetos, já que em São Paulo a meta é de 4 milhões. “O trabalho urbano de alta capacidade é importante para as cidades, pois investir nisso, é questão de desenvolver economias e trazer melhorias para a população”, finaliza o representante do Clube de Engenharia.Complementando as discussões, Albuíno Azeredo, que há seis meses era presidente da Central, hoje como secretário de Transportes, alega que o Rio precisa de muito mais Metrôs e que o Seminário Rio de Janeiro nos Trilhos prioriza a Linha 3 do Metrô para que seja alavancada e, assim, encaminhar outros projetos, como por exemplo da Linha 4. “Precisamos de esforços dentro desse projeto e o Sérgio Cabral, tem sido nossa âncora, fortalecendo essa ação”, relata o Secretário, que continua ressaltando que a Caixa Econômica é um ator importante nessa atuação financeira. “Ela tem incentivado e participando na questão do transporte, em especial, os projetos que vêm sendo desenvolvidos no setor ferroviário”, enfatiza o secretário de Transportes.