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STM e EMTU fazem vistoria nas obras do VLT da Baixada Santista e dizem que operações da 2ª fase começam até o fim de 2022

30.09.2021 | | Notícias do Mercado

Fonte: Diário do Transporte
Data: 28/09/2021

Representantes da Secretaria dos Transportes Metropolitanos, EMTU e prefeitura de Santos, no litoral paulista, se reuniram nesta terça-feira, 28 de setembro de 2021, para debater o avanço das obras da segunda fase do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) da Baixada Santista

O novo trecho terá 8 km de extensão, 14 estações e capacidade para transportar até 35 mil passageiros por dia entre Conselheiro Nébias e Valongo, ambos extremos em Santos.

No encontro foi reafirmada a promessa do início da operação no último trimestre de 2022. As obras completas devem ser entregues no início de 2023.

Os trabalhos são feitos pela construtora Queiroz Galvão por meio de um contrato de R$ 217,7 milhões assinado no início de julho de 2021.

Pelo projeto inicial, o trecho deveria ter ficado pronto em 2015.

Foi fiscalizado nesta terça (28), o canteiro de obras da Avenida Conselheiro Rodrigues Alves, entre a avenida Conselheiro Nébias e a Rua Pérsio de Queiroz Filho, juntamente com engenheiros da construtora Queiroz Galvão e equipe técnica de engenharia da EMTU. No local estão sendo realizadas obras de implantação de nova rede de esgoto e drenagem.

Antes, foi realizada uma reunião entre o secretário executivo dos Transportes Metropolitanos (STM), Paulo Galli; prefeito de Santos, Rogério Santos; e o diretor-presidente da EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo, Marco Antonio Assalve.

Todo mês são realizadas reuniões entre representantes do Estado de São Paulo e a prefeitura de Santos.

“O VLT não é apenas uma solução de transporte, mas também representa ganhos ambientais e de infraestrutura, já que as obras que faremos vão garantir diversos benefícios para a região, entre eles uma drenagem melhor para os trechos e a redução de poluentes na cidade”, informou, por meio de nota, o secretário executivo Paulo Galli, reforçando que os recursos estão garantidos para a segunda etapa. “Existe uma sinergia muito grande entre o Governo do Estado de SP e a Prefeitura. Juntos, conseguimos tomar as decisões necessárias para ganhar velocidade”, complementou.

Na mesma nota, o diretor-presidente da EMTU, disse que o “alinhamento” com a prefeitura tem contribuído para garantir que o cronograma das obras seja cumprido.

“Essa é uma obra urbana com bastante complexidade e interferências, que depende também da liberação de trechos. É preciso respeitar todas as etapas de autorizações necessárias e nessa questão a prefeitura tem nos ajudado bastante com a liberação de várias frentes de obra, que vão fazer os trabalhos ganharem velocidade” -concluiu Assalve.